Ter medo, nada de estranho nisso! Próprio de quem vive; de quem canta, chora e ri À arte de tudo ser. Basta nascer, tudo começa Como um sonho mal acabado. Respira-se pela vida em morte Numa luta que se desenrola. No cotidiano, o comum; Neste, o inusitado de cada um, Num único e mesmo fim. Assim, deveras, o vento sopra, A casa cai E a vida vai…
1 de março de 2026